A família brasileira censura a suruba na Ancine com dinheiro público. E pronto!!

Filmes com enredos de destruição da família brasileira e financiados com recursos públicos, estão censurado pelas famílias tradicionais que são maioria. Bolsonaro é a voz dessas famílias.

Não adianta mimimis de “mas, …. a Constituição….”. O conteúdo da Constituição só se mantem até o momento que o povo quiser. Pois, ” Todo o poder emana do povo“.

ARGENTINA: “as cidades que amam seus ladrões”.

a imprensa espanhola e uma análise difícil da situação política na Argentina

MADRID.- Eles são qualificados como os sete dias “antes do abismo” na Argentina. A semana desde as eleições primárias projetadas na Espanha a imagem de um “vácuo de poder” Mauricio Macri ea nomeação de Hernán Lacunza em substituição de Nicolás Dujovne em Economia como uma “tarefa muito difícil” na tentativa de recuperar pontos para outubro.Ads by 

“Os investidores temem uma possível vitória do peronismo” e um provável cenário de “default” no caso de Cristina Kirchner voltar ao poder e Alberto Fernández – “o novo homem forte” – se tornar presidente a partir de dezembro.

Nesse sentido, ele reflete sobre o que acontece “quando as pessoas amam seus ladrões” em um país “que esquece sua história e parece não estar relacionado a repeti-la”, optando pelos responsáveis ​​por “roubo” e “cleptocracia organizada”.

A relação tensa com a Espanha durante os 12 anos do governo Kirchner está presente nas abordagens de seus analistas ao projetar o futuro no país que era o destino preferido de seus investimentos no exterior.

Alarme de Crise Terminal

O jornal El País começa sua edição de domingo com uma série de crônicas sobre “a semana do abismo” em nosso país.

Ele sustenta que “a possibilidade certa de um retorno do Kirchnerismo ao poder mergulhou o país em uma grave crise econômica”, que reivindicou sua primeira vítima política no renunciado Dujovne.

“Os argentinos acendem os alarmes de outra crise terminal”, ele descreve após entrar no campo sociológico de como os cidadãos “sentem sua iminência em sua pele” e eles não têm escolha a não ser fazer mais do que sempre fizeram: “aguente firme” .

Da economia, o rotary influente descreve as razões pelas quais “o peronismo assusta tanto o mercado”. Ele censura o candidato Fernández pela ausência de “detalhes do programa econômico” e o medo que isso gera da repetição de “controles de capital e uma suspensão de pagamentos”.

Idolize o ladrão

Através da caneta de seu diretor, Francisco Rosell, o jornal El Mundo faz uma extensa análise do que acontece “quando as pessoas amam seus próprios ladrões”.

Para isso, ele traça um paralelo entre a opção do voto argentino eo retorno de “aqueles que cometeram o roubo” ea militância nacionalista catalã, à qual ele censura a “cleptocracia” do clã Pujol, cujo patriarca governou por 23 anos “para o benefício de sua conta própria no banco suíço “.

“Não há dúvida de que a Argentina é uma catástrofe da má política”, diz Rosell, descrevendo uma “massa ideologizada e indulgente com a corrupção peronista”.

“Esquecendo sua história e condenado como Sísifo a repeti-lo”, ele menciona um provável retorno do Kirchnerismo ao poder “enquanto é julgado por seus latrocínios e após quatro anos de ter deixado a Casa Rosa pela porta dos fundos”.

Não parece, diz ele, estar disposto a pôr fim a todo esse baile de máscaras, lembrando-se de um suposto refrão que décadas atrás dizia “Puto e ladrão, queremos Perón”.

Conclui com prevenção sobre o que acontece com as sociedades que “reverenciam seus ladrões à idolatria”.

“Alberto e a banda”

Com a assinatura de Carmen De Carlos, o conservador ABC dá oxigênio a Lacunza ao moldar sua designação como uma manobra “pensada e calculada” para enfrentar os desafios em um contexto eleitoral complexo, dado o potencial retorno do kirchnerismo.

Ele inclui uma entrevista com o peronista Julio Bárbaro, que prevê não apenas o triunfo de Fernández, mas que Macri “receberá menos votos em outubro” do que os obtidos no primário no último domingo.

“Alberto Fernández e o bando de peronistas que preparam o retorno ao poder”, descreve o site de notícias El Español, dirigido por Pedro J. Ramírez, ao traçar um perfil do candidato da formação peronista.

Em seguida, concentra seu foco na “encruzilhada” de Mauricio Macri com a mudança do leme econômico, enquanto garante à Lacunza um “relançamento expresso” da administração antes das eleições de outubro.

Por: Silvia Pisani

LEIS OBRAS-DE-ARTE PRODUZIDAS PELA ESQUERDA BRASILEIRA

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Fred Campos pratica abuso de poder econômico, promoção pessoal e antecipa propaganda eleitoral em Paço do Lumiar para 2020

Propaganda eleitoral é aquela que leva ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a candidatura, mesmo que apenas postulada que induz a concluir que o beneficiário é o mais apto ao exercício da função pública ( Acórdão 15.372 do TSE).

Com a sua promoção pessoal, Fred Campos já inicia uma pré-campanha com abuso de poder econômico diante de uma publicidade móvel em todos veículos coletivos que circulam em Paço do Lumiar e região metropolitana.

Bolsonaro não tem medo de comunista – chama Flavio Dino (MA) e João Azevedo (PB) de ladrões: ‘Tenho preconceito é com governador ladrão’

Na Bahia, presidente afirma que governadores querem transformar região ‘em uma nova Cuba’

“Não estou aqui com colegas nordestinos para fazer média. […] Mas não existe esta questão de preconceito. Eu tenho preconceito é com governador ladrão que não faz nada para o seu estado”, afirmou o presidente em Sobradinho (a 602 km de Salvador), nesta segunda-feira (5).

Bolsonaro voltou a negar que tenha se referido aos governadores nordestinos como “paraíbas”. Disse que fez críticas específicas aos governadores do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) e da Paraíba, João Azevêdo (PSB), mas afirmou que não vai penalizar os estados.

“Não vou negar nada para o estado. Mas se eles [governadores] quiserem que realmente isso tudo seja atendido, eles vão ter que falar que estão trabalhando com o presidente Jair Bolsonaro. Caso contrário, eu não vou ter conversa com eles e vou divulgar obras junto às prefeituras”, afirmou.

Bolsonaro ainda afirmou que o Nordeste tem recebido recursos abundantes do governo federal e que não vai admitir que governadores do Maranhão e da Paraíba “façam politicalha perante a minha pessoa”.

Mesmo afirmando que não chamou os governadores nordestinos de “paraíbas”, Bolsonaro lamentou não poder fazer piadas sobre os cidadãos de diferentes estados brasileiros.

“A gente não pode mais contar uma piada. Não posso nem contar piada de cabeçudo, de goiano, de gaúcho, de cearense cabra da peste. Não há mais liberdade neste país. Tudo é politicamente correto”, afirmou.

Em um vídeo postado nas redes sociais do deputado federal Claudio Cajado (PP-BA), gravado durante o evento, Bolsonaro disse que para ser “cabra da peste” só está faltando “crescer um pouquinho a cabeça”. Nordestinos costumam ser pejorativamente chamados de “cabeça grande” ou “cabeça chata”.

Em nova referência aos governadores do Nordeste, o presidente acusou uma “esquerda canalha” de querer dividir o país. “Para alguns governadores… é o Nordeste e o resto. Querem fazer disso aqui uma Cuba?”, questionou.

O presidente ainda criticou a iniciativa dos governadores de se unirem em torno do Consórcio Nordeste, que vai possibilitar parcerias entre os governos da região, e afirmou que eles atuam para dividir os brasileiros.

“O Brasil é um só, não queiram dividir regiões. Tem alguns que acham que aquela região é dele e não do povo. Isso não existe, o Nordeste é Brasil.”

No INPE um agente da esquerda estava colocando nas costas de Bolsonaro desmatamentos ocorridos em anos anteriores.

(Brasília – DF, 01/08/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva com a imprensa com o Ministro de Estado do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Ministro de Estado do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno. Foto: Marcos Corrêa/PR

O desmatamento colocado na conta do governo Jair Bolsonaro ocorreu em anos anteriores, mas só foi computado depois. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateu, nesta quinta-feira (1º), a informação de que houve aumento de 88% no desmatamento em junho deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O dado havia sido divulgado no início do mês pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a partir da análise de informações do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter). Em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto, Salles apresentou imagens de satélite para demonstrar que pelo menos 31% do total do desmatamento apurado em junho ocorreu em anos anteriores, mas só foi computado depois.

Segundo o site IG, Salles declarou:

“Essa questão do desmatamento, para nós, ela é apolítica. Não se trata de alocar os números de desmatamento neste governo ou em outros, mas simplesmente dizer que isso não aconteceu em junho de 2019 e que, portanto, o percentual do salto de 88% que foi alardeado está equivocado. Isso deveria ter sido computado ao longo do tempo no período em que foi acontecendo, e a fragilidade do sistema não permitiu.”

O ministro também confirmou que há uma tendência de ampliação do desmatamento na região, que vem sendo percebida desde 2012. Salles anunciou que um novo modelo de monitoramento de desmatamento na Amazônia será adotado pelo governo:

“Nosso objetivo não foi, em nenhum momento, esconder informação ou negar uma realidade, realidade essa, do desmatamento na Amazônia, que vem aumentando desde 2012, por diversas razões de pressão ilegal sobre a floresta, vem aumentando neste período, e nós precisamos, a partir da real análise desses números, finalmente tratar de maneira franca, madura, direta, aberta quais são as razões para o desmatamento ilegal na Amazônia, de que forma dar alternativas de dinamismo econômico para aqueles que vivem na região.”

Fonte: RenovaMídia