PARA A PGR E AGU: Direitos Humanos AOS HUMANOS e não aos desumanos

Há um discurso hipócrita e imbecil a cerca do tema direitos humanos. Há mais defensores de criminosos cruéis do que defensores de pessoas que sofrem a tirania de governos, ditadores e corruptos pelo mundo a fora. 
A Procuradoria Geral da República (PGR) e a Advocacia Geral da União (AGU) foram ao STF para permitir ao Ministério da Educação (MEC) a dar nota zero a redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para quem fizer críticas aos direitos humanos.
Gente! Como é que pode a PGR se prestar a um papel desse? o que fizeram é exatamente um ataque aos direitos humanos, cujo fundamento principal e a liberdade de expressão!
Ainda bem que a Ministra Carmem Lúcia reparou a doidice.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, diz que cada ser humano pode desfrutar de seus direitos humanos sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outro tipo, origem social ou nacional ou condição de nascimento ou riqueza.
Veja que a expressão é “direitos humanos” e não “direitos desumanos”.
As críticas ferrenhas que se ver é contra os defensores dos direitos humanos que defendem aqueles que praticam atos abomináveis, crueldades, que revoltam a sociedade, exatamente porque agridem os direitos da humanidade, ferem a sociedade, sangram os direitos humanos.
Os direitos humanos são garantidos legalmente pela lei de direitos humanos, protegendo indivíduos e grupos contra ações que interferem nas liberdades fundamentais e na dignidade humana. Aqui não fala de “dignidade desumana”.
 
Os direitos humanos são direitos inerentes a cada pessoa simplesmente por ela ser um humano. Se ela é desumana, esses direitos não lhe alcança. Simples assim!
Os direitos humanos pressupõe o respeito pela dignidade e o valor de cada pessoa humana; não desumana.
Os direitos humanos são universais, o que quer dizer que são aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas humanas; não desumana.
Alguns país não toleram os desumanos. Aplicam a pena de morte ou prisão perpétua, como forma de proteger a sociedade de muitos que não estão aptos a viver com os humanos.
Quando um humano comete um crime por alguma circunstância, paga o crime e volta a viver normalmente na sociedade, com atitudes exemplar.
No Brasil, no dia-a-dia, presenciamos a toda hora a atos crués por parte de desumanos. O sistema penal simula tratá-las, mas elas saem mais crués, mais desumanas.
Não se trata de pessoas doentes mentais (que neste caso devem ser tratadas com humanidade).
Os direitos humanos confundem seu papel. É para defenderem os humanos e não os desumanos.
Aos desumanos cabe ao Estado cuidar para que eles não tenham mais contato com os humanos em razão da sua desumanidade, da sua crueldade.
A crítica que sociedade faz são dirigidas aos defensores dos direitos humanos quando eles defendem os desumanos, os crués, os perversos, os matadores.

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