Até o presidente do Supremo da Venezuela é um assassino

O atual presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela,
Maikel José Moreno Pérez, que proibiu a saída de Guaidó da Venezuela é também um assassino no Poder Judiciário a serviço do ditador comunista Nicolás Maduro.

Um bandido no Judiciário para sustentar o Regime

É acusado de haver assassinado uma mulher no Estado de Bolívar (sul da Venezuela) em 1987. Na época trabalhou como oficial da polícia política venezuelana, agora chamada de Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN), e ficou só dois anos custodiado por este crime. Depois foi reincorporado ao corpo policial.

Moreno foi relacionado ao homicídio de Rubén Gil Márquez, durante um tiroteio, em Caracas, em 1989. Desta vez, não foi considerado culpado pelas autoridades venezuelanas, mas foi retirado de seu cargo como oficial de segurança.

No governo de Hugo Chávez, Moreno foi trabalhar como advogado do Ministério Público.

O ex-magistrado chavista Luis Velásquez Alvaray, fugitivo das autoridades venezuelano, apontou o atual presidente do Supremo da Venezuela como um dos membros de uma organização chamada  banda dos anões, que opera no sistema judicial com vários casos de corrupção. Mas esta denúncia foi rejeitada pelo sistema comunista da Venezuela.

Moreno foi nomeado para o Supremo para fazer frente ao Parlamento da Venezuela. Desde então as decisões dos deputados têm sido invalidadas, fulminando com o legislativo para a consolidação do comunismo de Nicolás Maduro.

Fonte: El País

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