O PERIGO COMUNISTA: Filme mostra a real crueldade do comunismo no Poder

Neste mês o Brasil se une à nação polonesa no seu pranto pelos mártires imolados no Massacre de Katyn. Entre 5 de abril e 3 de maio de 1940, cerca de 22 mil prisioneiros de guerra foram executados em segredo na floresta de Katyn, pelos comunistas da União Soviética, por ordem de Stálin e seus comparsas, venerados pelos comunistas do Brasil.

Em sua maioria, as vítimas eram militares do Exército Polonês, entre os quais havia dois generais, 12 coronéis, 50 tenentes-coronéis, 165 majores, 440 capitães e 1.472 tenentes, além de milhares de subtenentes, sargentos, cabos e soldados. Todo o serviço ficou a cargo da NKVD, depois rebatizada como KGB, que encarregou-se de levá-los à floresta e matá-los com tiros na nuca, com as mãos amarradas atrás da cintura. Os corpos foram jogados em valas coletivas e soterrados com tratores. O regime socialista esperava que este crime permanecesse oculto para sempre. Durante três anos (1940-1943), as famílias dos prisioneiros tiveram que se contentar com a versão divulgada por Moscou: eles estariam vivos, trabalhando para o governo soviético na construção de estradas. A verdade só veio à tona na 2ª fase da guerra, quando a Alemanha atacou a URSS, quebrando o Pacto assinado em 1939. No decurso da invasão, os oficiais da Wehrmacht souberam, por intermédio de camponeses locais, do rumor segundo o qual a NKVD havia usado a floresta de Katyn para dar sumiço num lote de prisioneiros. A área foi vasculhada, as valas foram abertas e os corpos recuperados, todos trajando seus uniformes e vestes originais.

Quem conhece a História sabe o quanto aquela brava nação sofreu durante a 2ª Guerra Mundial. Invadida simultaneamente por russos e alemães, a Polônia foi subjugada e dividida entre as duas potências, conforme combinado por Hitler e Stálin no anexo secreto do Pacto Germano-Soviético. A metade situada a oeste do Rio Bug foi ocupada pela Wehrmacht, enquanto a metade leste foi mordida pelo Exército Vermelho e incorporada ao território soviético. Partiu de Lavrenti Beria, Diretor da NKVD, a sugestão de eliminar os militares poloneses aprisionados no conflito, sob alegação de que eles poderiam formar uma guerrilha de resistência à ocupação estrangeira, caso fossem postos em liberdade. Em memorando datado de 5 de março de 1940, Beria solicitou a Stálin autorização para eliminar os elementos “nacionalistas contra-revolucionários” da Polônia.

Muitas vítimas usavam farda, mas também havia advogados, jornalistas, padres e professores conhecidos por suas posições patrióticas e anticomunistas. Imaginem vocês a sensação aterradora que marcou os últimos minutos de vida desses homens quando eles percebiam o destino que lhes aguardava quando desciam dos furgões e viam, diante de si, imensas valas repletas de cadáveres. Em muitos casos, os oficiais da NKVD amordaçavam os prisioneiros após encher suas bocas com serragem, a fim de impedi-los de gritar. Assim age a escória comunista: sempre usando métodos conspiratórios, sempre usando métodos criminosos, sempre usando métodos pérfidos na calada da noite!

Por todas essas razões, brasileiros não-comunistas, reverenciam a memória dos militares poloneses imolados em Katyn, com a mesma emoção com que recordamos o sacrifício dos pracinhas mortos em combate na Itália! Aqui e lá, esses homens tombaram em defesa da Pátria!

Para quem quiser saber mais existe um filme sobre esse terrível crime histórico praticado pelos comunistas: https://youtu.be/qN-HbVPE0sA assista ao filma.

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