COISA DE BANDIDOS: mutilar a Receita Federal para não pegar seus crimes

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) incorporou à
proposta de reforma administrativa do Executivo (MP 870/2019) , uma emenda que estabelece dois dispositivos que ferem de morte a atuação de Auditores-Fiscais para combater crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. O esperto senador aproveitou a condição de relator da matéria para homenagear bandidos.
Durante toda a semana, Auditores-Fiscais estiveram em estreito contato com deputados e senadores da comissão, para demonstrar que a referida emenda representa uma grave restrição nas competências do cargo, impossibilitando que a Receita Federal coopere com outras instituições do Estado brasileiro no enfrentamento a práticas delituosas, em especialmente os chamados “crimes de colarinho branco”. Em nota, o Sindifisco afirmou que a emenda “vai na contramão de conquistas históricas do povo brasileiro e do fortalecimento institucional necessário ao amadurecimento de nossa jovem democracia”.

Os inimigos do Brasil já articulam impeachment de Bolsonaro

Bolsonaro terá de driblar lei para fugir de impeachment, afirma Alvaro Dias.

O Senador Álvaro Dias tem dissimulado defesa a Lava Jato

Acusando Bolsonaro de não está tomando medidas para sanear as contas públicas, o porta-voz dos inimigos do Brasil, senador Álvaro Dias (Podemos-PR), candidato derrotado à Presidência nas eleições do ano passado, concedeu entrevista ao UOL e ameaça o atual presidente com um processo de impeachment.

O senador cita a torcida dos inimigos do Brasil: “a equipe de governo tentará “driblar a regra de ouro” neste ano ou no próximo, recorrendo a algum tipo de manobra, para evitar a abertura do processo de afastamento”.

Os canalhas, ao mesmo tempo que reconhecem a necessidade de mudança, impõem condições e exige de Bolsonaro perfeição absoluta para resolver todos os problemas do Brasil desde o descobrimento, em 1500. Eles tem mandado vários recados a Bolsonaro para acordo$ e articulaçõe$.

O conflito é inevitável. Os esforços para nada dar certo estão aí a olhos vistos.

Fica a pergunta: A velha política com seu sistema de corrupção vencerá?

COM A PALAVRA AQUELES QUE QUEREM SALVAR O NOSSO BRASIL.

Sob orientação comunista Eliziane Gama quer ressuscitar conselhos e comitês criados para alienação ideológica de esquerda

Eliziane Gama (MA), orientada pelo seu guru comunista, apresentou nesta terça-feira, projeto de decreto legislativo para sustar o Decreto nº 9.759, assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e que extingue todos os conselhos e comitês criados para alienação ideológica de esquerda.

Confira um exemplo:
https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/militantes-ideologicos-e-ongs-aparelham-a-funai-e-promovem-invasoes-de-terras-aponta-senadora-katia-abreu/

O PERIGO COMUNISTA: Filme mostra a real crueldade do comunismo no Poder

Neste mês o Brasil se une à nação polonesa no seu pranto pelos mártires imolados no Massacre de Katyn. Entre 5 de abril e 3 de maio de 1940, cerca de 22 mil prisioneiros de guerra foram executados em segredo na floresta de Katyn, pelos comunistas da União Soviética, por ordem de Stálin e seus comparsas, venerados pelos comunistas do Brasil.

Em sua maioria, as vítimas eram militares do Exército Polonês, entre os quais havia dois generais, 12 coronéis, 50 tenentes-coronéis, 165 majores, 440 capitães e 1.472 tenentes, além de milhares de subtenentes, sargentos, cabos e soldados. Todo o serviço ficou a cargo da NKVD, depois rebatizada como KGB, que encarregou-se de levá-los à floresta e matá-los com tiros na nuca, com as mãos amarradas atrás da cintura. Os corpos foram jogados em valas coletivas e soterrados com tratores. O regime socialista esperava que este crime permanecesse oculto para sempre. Durante três anos (1940-1943), as famílias dos prisioneiros tiveram que se contentar com a versão divulgada por Moscou: eles estariam vivos, trabalhando para o governo soviético na construção de estradas. A verdade só veio à tona na 2ª fase da guerra, quando a Alemanha atacou a URSS, quebrando o Pacto assinado em 1939. No decurso da invasão, os oficiais da Wehrmacht souberam, por intermédio de camponeses locais, do rumor segundo o qual a NKVD havia usado a floresta de Katyn para dar sumiço num lote de prisioneiros. A área foi vasculhada, as valas foram abertas e os corpos recuperados, todos trajando seus uniformes e vestes originais.

Quem conhece a História sabe o quanto aquela brava nação sofreu durante a 2ª Guerra Mundial. Invadida simultaneamente por russos e alemães, a Polônia foi subjugada e dividida entre as duas potências, conforme combinado por Hitler e Stálin no anexo secreto do Pacto Germano-Soviético. A metade situada a oeste do Rio Bug foi ocupada pela Wehrmacht, enquanto a metade leste foi mordida pelo Exército Vermelho e incorporada ao território soviético. Partiu de Lavrenti Beria, Diretor da NKVD, a sugestão de eliminar os militares poloneses aprisionados no conflito, sob alegação de que eles poderiam formar uma guerrilha de resistência à ocupação estrangeira, caso fossem postos em liberdade. Em memorando datado de 5 de março de 1940, Beria solicitou a Stálin autorização para eliminar os elementos “nacionalistas contra-revolucionários” da Polônia.

Muitas vítimas usavam farda, mas também havia advogados, jornalistas, padres e professores conhecidos por suas posições patrióticas e anticomunistas. Imaginem vocês a sensação aterradora que marcou os últimos minutos de vida desses homens quando eles percebiam o destino que lhes aguardava quando desciam dos furgões e viam, diante de si, imensas valas repletas de cadáveres. Em muitos casos, os oficiais da NKVD amordaçavam os prisioneiros após encher suas bocas com serragem, a fim de impedi-los de gritar. Assim age a escória comunista: sempre usando métodos conspiratórios, sempre usando métodos criminosos, sempre usando métodos pérfidos na calada da noite!

Por todas essas razões, brasileiros não-comunistas, reverenciam a memória dos militares poloneses imolados em Katyn, com a mesma emoção com que recordamos o sacrifício dos pracinhas mortos em combate na Itália! Aqui e lá, esses homens tombaram em defesa da Pátria!

Para quem quiser saber mais existe um filme sobre esse terrível crime histórico praticado pelos comunistas: https://youtu.be/qN-HbVPE0sA assista ao filma.

How Lula deceived the world

“Como Lula enganou o mundo” (em tradução livre). Do jornal americano Wall Street Journal.

“Se a fraude política para levar uma nação para a ruína fosse crime, Lula e Dilma já teriam sido condenados”, diz o jornal WSJ.

O jornal americano Wall Street Journal traz neste final de semana um artigo escrito por uma de suas editoras Mary Anastasia O’Grady bastante crítico ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à Dilma Rousseff, chamado “Como Lula enganou o mundo” (em tradução livre). 

O artigo começa falando sobre os Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro de 2016, que tiveram início sem grandes incidentes, o que parece “um milagre” após semanas de “relatos sombrios” sobre construções de má qualidade, segurança despreparada e engarrafamentos montruosos. “Se os atletas, visitantes e cariocas passsarão as próximas duas semanas sem uma catástrofe, esta continua a ser uma questão em aberto”, afirma a publicação. 

Porém, destaca a editora, não era para ser assim. “Quando o Rio venceu a disputa para sediar os jogos, em 2009, não estava previsto que o Brasil estivesse nesta situação, com um déficit orçamentário de cerca de 8% do PIB, inflação próxima de 10%, dois anos de contração econômica e diversos escândalos de corrupção”, diz ela. 

E é nesse contexto que O’Grady fala sobre Lula: em 2009, o petista estava no comando há mais de seis anos e era para o mundo algo como um “rock star”. Sua retórica denegria o liberalismo econômico da década de 1990, “enquanto mostrava um novo e melhorado tipo de socialismo com um toque de samba”, diz a publicação. O WSJ afirma que grande parte da região comprou a versão do grande governo sob o comando de “Lula 2.0”, enquanto preocupações sobre o retorno do populismo da esquerda latino-americana pareciam menores com as garantias de que desta vez seria diferente. Isso porque Lula era um homem da esquerda, mas não era Hugo Chávez. A The Economist destacou em 2009 o “Brasil decolando”, com a previsão da PWC de que São Paulo seria a quinta cidade mais rica do mundo em 2025 e que o Brasil seria uma superpotência mundial.

Após dois anos, Lula deixou o cargo e foi substituído por Dilma Rousseff. Segundo o jornal, em 2016, os Jogos Olímpicos deveriam ter mostrado o paraíso socialista que haviam cultivado: uma utopia urbana misturada com habitação a preços acessíveis, campeões nacionais da indústria e redes de transportes públicos organizados para proporcionar uma experiência tranquila. Porém, não foi isso o que se viu, diz o WSJ, destacando os diversos problemas que o Brasil teve para organizar os Jogos.

“O mundo parece atordoado, mas não deveria estar. O Rio é um microcosmo do Brasil de Lula, onde a burocracia dirige de cima para baixo e os seres humanos são olhados depois. A única coisa que falta na analogia com o Rio é a corrupção que floresceu no âmbito federal durante 14 anos de governo do PT”, diz a editora. “Os políticos do Brasil aspiram a grandeza de primeiro mundo, mas insistem em preservar as instituições do terceiro mundo. Não é porque eles não entendem a eficácia das instituições independentes e freios e contrapesos. É justamente porque eles entendem isso”.

A editora faz elogios a Fernando Henrique Cardoso que, segundo ela, pareceu uma exceção à regra ao aderir a políticas de estabilidade macroeconômica e maior transparência do Banco Central. Já com Lula e Dilma, aos poucos, a disciplina foi se corroendo. “A Caixa Econômica Federal e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) expandiram rapidamente o crédito, o que foi inflacionário e arriscado, mas banco central ignorou o problema. 

“Enquanto Lula e Dilma buscaram vender o Brasil como um jogador de classe mundial, pouco fizeram para reduzir o fardo do governo sobre os empresários”, diz o jornal, citando o estudo de 2016 do Banco Mundial “Doing Business” em que classifica o Brasil na posição 174 entre os melhores lugares para se começar um negócio entre 189 países. Além disso, eles destacam que, no final de julho, Lula foi acusado por obstrução da justiça em uma investigação de corrupção, enquanto Dilma está sofrendo um processo de impeachment. “Se a fraude política para levar uma nação para a ruína fosse crime, ambos já teriam sido condenados”, finaliza.

Os três inimigos de Bolsonaro

Bolsonaro enfrenta três inimigos mortais em termos de política suja.

A propina paga a eles representava um grande rombo aos cofres da Nação

O primeiro é a legião de alienados que veem o Lula como um Deus e querem seu bandido favorito solto para iniciar mais uma saga.

O segundo é a gangue de deputados federais e senadores querem articulaçõe$ (propinas) para votarem os projetos que são de suas obrigações.

O terceiro é grande mídia que pratica sabotagem contra o governo de Bolsonaro, distorcendo verdades e implantando notícias falsas em seus veículos de comunicação, como ato de vingança em razão de Bolsonaro ter parado de pagar propinas para falarem bem do governo.